Distrito de Joaquim Egídio, em Campinas, recebe exposição “Atavos”, da fotógrafa Pola Fernandez

postado em: ANApress | 0

Reconectar passado e presente por meio do retrato fotográfico e tecer o diálogo entre a ancestralidade africana e a universalidade do eu. Essas são as propostas da exposição Atavos, da fotógrafa chilena, radicada no Brasil, Pola Fernandez. A abertura da mostra é dia 29 de setembro, às 19h, no Centro de Cultura Caipira e Arte Popular, no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas. A iniciativa é parceria do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), Governo do Estado de São Paulo, ACAM Portinari, Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, Prefeitura Municipal de Campinas e Anga Produções.

A exposição, gratuita, é composta por 23 fotografias que retratam mulheres afrodescendentes da cidade de Salto em frente a ampliações de retratos de escravos negros, feitos no século XIX.

Com isso, a intenção é unir, em uma única imagem, o passado, o ancestral, a carga genealógica africana, submetida à escravidão e à anulação de sua história; ao presente, ao resgate do eu, aos valores universais do indivíduo e à reescrita da trajetória de toda genealogia por meio das atuais conquistas de seus indivíduos.

“Conexão e reconexão no mesmo instante. As séries de fotografias produzidas por Pola não são apenas retratos. Constituem-se também uma constelação genealógica, uma reconstrução de ligações. Embebidas de imaginação, essas imagens capturam-nos pela energia simbiótica quando postas em conexão com a ausente árvore genealógica. Subversão da artista e eleição de um caminho rumo à ancestralidade perdida”, relata o texto curatorial da especialista Fabiana Bruno.

Pola Fernandez
Chilena radicada no Brasil desde 1979, Pola Fernandez é pedagoga e fotógrafa, especialista em Artes Visuais e Educação pela Unicamp. Ela participa desde 2010 de exposições fotográficas e artísticas coletivas e individuais. Realizou projetos culturais premiados pelo ProAc Editais (Culturas Negras) e edital da Prefeitura Municipal de Salto.

A artista tem como interesse temático a cultura africana e a memória da mulher negra brasileira. Assim, Pola realiza a pesquisa de retratos históricos fotográficos de escravos e negros, produzidos no Brasil no século XIX. Atualmente, ela integra o Grupo Estudos em Fotografia do Ateliê Casa, em Campinas.

Veja imagens da exposição: www.polafernandez.com.br/atavos/

Serviço

Exposição Atavos
Onde: Centro de Cultura Caipira e Arte Popular
Endereço: Rua José Ignácio, 14, Distrito de Joaquim Egídio, Campinas – SP
Abertura: 29 de setembro, às 10h
Período: De 29 de setembro a 3 de dezembro de 2017
Visitação: sábados e domingos, das 10h às 17h. De terça a sexta, por agendamento pelo e-mail museudacidade@campinas.sp.gov.br

Por: Lucas Lourenço

Governo e Prefeitura selam parceria em prol do artesanato mato-grossense

postado em: ANApress | 0

Artesanato Orla do PortoSetembro será um mês de comemoração para os artesãos de Mato Grosso. Eles conquistaram um espaço fixo para comercializar seus produtos na réplica dos casarões de Cuiabá, na Orla do Porto, todas as sextas-feiras. A novidade, que foi aberta ao público no último dia oito de setembro, foi intermediada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da adjunta de Empreendedorismo e Investimento junto à Secretaria Municipal de Cultura. Contará com a participação de artesãos de Cuiabá, Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Várzea Grande, Cáceres e Tangará da Serra.

“Teremos inicialmente 70 artesãos cadastrados pelo Programa de Artesanato Mato-Grossense de diversas tipologias, com expectativa de ampliar esse número e potencializar a geração de renda desses trabalhadores que contribuem para que  a nossa cultura se espalhe”, afirmou o secretário de adjunto de Empreendedorismo e Investimento da Sedec, Leopoldo Mendonça.

O secretário de Cultura, Esporte e Turismo de Cuiabá, Francisco Vuolo, também entende que artesanato é um produto importante para geração de renda, além de fomentar o turismo. “Trabalhamos para transformar a Orla do Porto em um polo de exposições, de feiras de diversas formas. A parceria com o Estado, através da Sedec, está incrementando o projeto, pois estamos aproveitando a expertise que a Sedec tem, inclusive junto ao Governo Federal”, destacou.

Nesse sentido, nas quintas e sextas-feiras a Orla do Porto abrigará o artesanato e nos sábados e domingos a ideia é abrir espaço para outras atrações, como feira indígena, gastronômica, entre outras.

A Associação da Orla do Porto de Cuiabá foi instituída com o objetivo de fortalecer os artesãos e agilizar os assuntos pertinentes aos mesmos, como defender um espaço fixo para que pudessem ter referência. Ela ficará responsável pelo bom desempenho e andamento da feira e dos artesãos nas sextas-feiras.

“Vejo que é um sonho dos artesãos sendo realizado. Antes as feiras que integrávamos não eram exclusivas de produtos de artesanato, tinha uma mistura de produtos importados, era feira aberta. Agora é possível qualificar o artesão, porque só poderá participar com produtos que ele mesmo produz, ou seja, genuinamente artesanal”, frisou o presidente da Associação da Orla do Porto de Cuiabá, André Toledo, que fabrica brinquedos educativos e pedagógicos em madeira.

Para André, expor todas as sextas-feiras no mesmo local é poder criar uma referência. “O turista e qualquer pessoa que deseja conhecer ou adquirir uma lembrança do artesanato mato-grossense saberá onde encontrar. Os artesãos precisavam desse espaço”, pontou.

Produtos

Em maio deste ano os artesãos realizaram a I Feira do Artesanato na Orla do Porto, exibindo uma variedade de produtos. O retorno ao local, no entanto, tem sabor de vitória depois de uma busca incessante por um espaço. Dessa forma, os visitantes terão a oportunidade de apreciar e adquirir itens de cada artesão, bem como os quitutes da culinária mato-grossense, como licores, biscoitos, paçoca, banana da terra frita em sabores variados, rapadura, doces regionais, entre outros.

Entre os produtos é possível encontrar fabricações em madeira, de fibras, acessórios de fios e tecidos, como tiara e laços, chinelos, sabonete artesanal, jogos educativos e muito mais.

“Todos os itens são produzidos pelo expositor. É um requisito, uma exigência para que ele possa participar da Feira da Orla do Porto. Cada um com o seu, não poderá vender produtos que não sejam da sua autoria, nem de outro artesão”, explicou a coordenadora do Artesanato Mato-grossense, Lourdes Josafá Sampaio.

Outros quesitos também são exigidos do artesão, entre eles, possuir a carteira de artesão e estar cadastrado no Programa de Artesanato Mato-grossense e fazer parte da Associação da Orla do Porto de Cuiabá.

“Artesão de todo o Estado poderão se associar, basta cumprir o regimento”, explicou a superintendente de Apoio ao Micro e Pequeno Empreendedor, da Sedec, Caroline Arruda Monteiro, que acompanhou as discussões para a criação da Associação.

Além de atender uma demanda do setor, a abertura de espaço para o artesanato agrada também os moradores locais. A aposentada Sidonia Checon, por exemplo, disse que desde que o espaço foi revitalizado ela logo pensou no artesanato. “Sempre achei ideal para isso, que fosse uma coisa permanente ou pelo menos todos os finais de semana, que tem bastante movimento. Além de dar vitalidade para a região, contribui com os artesão, que podem aumentar as vendas. É uma boa oportunidade para ambos (comunidade e artesãos)”, disse a moradora da região.

A Feira acontece todas as sextas-feiras na Orla do Porto das 17h às 22h.

Da Redação
Fonte: AsCom Programa de Artesanato Mato-Grossense

 

Para ler mais matérias como essa, acesse nossa Agência de Notícias: www.anapress.org

 

Flavio um artista et cetera…

postado em: ANApress | 0

Poeta, artista múltiplo e autodidata. Especializado em desenho, escultura, cerâmica, gravado em metal, madeira, pedra (litogravuras e xilogravuras), joalheria, talha em Madeira, pintura, pintura em vidro e outros materiais não convencionais, além de direção de teatro e cinema. Estas são algumas das tantas habilidades do argentino radicado no Brasil Flavio Dario Pettinichi.

Anapress – Por que escolheu o Brasil para morar?

Flavio Dario Pettinichi – Vim morar no Brasil nos anos oitenta, conheço boa parte do país, estou em Santa Catarina porque há cinco anos me casei com uma gaúcha, Lou Witt, poetiza de palavras cheias. Tenho trabalhado em várias disciplinas de arte e escultura. Atualmente estou preparando um projeto sobre arte sustentável, já ministrei aulas de fotografia, desenho, pintura, artes gráficas, e agora vou começar com o entalhe.

Anapress – Como foi seu primeiro contato com a arte?

Flavio Dario Pettinichi – Nasci dentro de um ambiente de arte, meu pai era artista plástico e diretor de teatro na Argentina, ou seja, meu primeiro contato foi ter nascido nesta família. Vendi meu primeiro quadro, gravura, aos onze anos e minha primeira exposição foi aos doze anos, com trabalhos de entalhe em madeira, mas nunca mais fiz entalhe até os 54 anos, quando retomei essa disciplina.

Anapress – Que mudança ela trouxe para sua vida?

Flavio Dario Pettinichi – Fazer arte é uma entrega, viver da arte é uma escolha difícil de ser colocada em prática. As mudanças? Não sei, só sei que ela me trouxe a felicidade de ter escolhido o caminho certo aos onze anos e perdura até hoje.

Anapress – Por que escolheu trabalhar com madeira? Já trabalhou com outros materiais?

Flavio Dario Pettinichi – Como já te falei aos onze anos fiz a minha primeira exposição de entalhes em madeira, ainda no primeiro grau, mas foi só por um acaso do destino, depois continuei a estudar, por a minha conta, muitas outras disciplinas, desde desenho até joalheria, passando pela pintura, cerâmica, gravura, etc. Durante um bom tempo trabalhei muito com esculturas feitas de sucata de ferro, para uma galeria do Rio de Janeiro e Buenos Aires, na Argentina, mais de cem esculturas andam pelo mundo.

Anapress – Como foi o início desse trabalho?

Flavio Dario Pettinichi  – Falando na questão do trabalho da escultura em madeira, recomecei há três anos mais ou menos, pois fui morar num lugar onde eu sabia que ia ter muito contato com este material e fiz a escolha certa de novo.

Anapress – Como você define seu estilo?

Flavio Dario Pettinichi – Eu acredito que ainda não encontrei um estilo próprio, sou bastante naturalista figurativo fantasioso!  Hoje, isto não quer dizer que amanhã vou seguir pelo mesmo estilo, estou todo o tempo num processo de pesquisa, seja porque descubro novas formas, ferramentas, madeiras ou ideias. Meu Estilo é criar 24 horas por dia!

Anapress – Como é seu processo de criação?

Flavio Dario Pettinichi – Para quem vive da arte, como é o meu caso o processo criativo tem várias facetas, primeiro é a responsabilidade de estar todo o tempo consciente que o primeiro a prevalecer é o respeito pela obra e pelo possível comprador ou observador. Mas vamos lá, geralmente eu preparo vários desenhos em diferentes ângulos e diferente probabilidades de chegar até a obra, pois tudo depende do grau de complexidade, material e ferramentas a serem utilizados para a sua realização.

Anapress – O que é a escultura para você?

Flavio Dario Pettinichi – A escultura para mim, é uma das disciplinas mais sublimes dentro de lãs artes visuais, pois nela estão inseridas muitas outras disciplinas como: desenho, pintura, gravado, literatura, arquitetura, e por sobre todas as coisas o conhecimento geral das coisas, uma escultura sem história é um objeto vazio.

Anapress – Qual conhecimento sobre ferramentas e variedades de madeira é necessário para fazer este tipo de trabalho?

Flavio Dario Pettinichi – Mais que conhecimento de ferramentas o que é necessário é saber o que vamos querer fazer, ter noção de desenho é fundamental, goivas (ferramenta de entalhe) são importantes para começar, não e necessário ter cem goivas caras, quando se cria as ferramentas também vão se criando de acordo com as necessidades. Hoje existem muitas opções de ferramentas modernas para aliviar o trabalho, tudo vai depender de qual trabalho, mas o fundamental é: papel, muito papel para desenhar, lápis preto, um pedaço de madeira e um jogo de goivas de oito peças, o resto vem com o tempo. O assunto das madeiras vai de cada realizador, ou seja, cada um vai se adequar a um tipo de madeira, mais duras, mais leves, com texturas, lisas, grossas ou finas. Só o tempo vai dando o conhecimento real da madeira que vamos nos sentir mais cômodos para trabalhar, hoje no Brasil ter boa madeira é um problema, porque muitas são proibidas de cortar e as que se podem cortar, legalmente, também enfrenta dificuldades burocráticas. Madeiras nobres para esculturas são quase impossíveis de conseguir. Cedro, canela, ipê e muitas outras.

Anapress – Existe algum tipo de madeira que seja proibido utilizar?

Flavio Dario Pettinichi – Sim existem várias, dentre elas as aqui mencionadas: Castanheira (Bertholetia excelsa), segundo decreto 5.975/2006; Mogno (Swietenia macrophylla), segundo decreto 6.472/2008; Seringueira (Hevea spp), segundo decreto 5.975/2006. Porém existe toda uma burocracia para a extração ou utilização de muitas outras, mais de 270 espécies, o que faz com que o artista que trabalha com madeira esteja sempre muito limitado. Os órgãos que controlam isto são quase todos federais, mas tem os estaduais, e municipais, lembrando que cada estado tem a sua lei própria para a questão ambiental e ecológica. Eu acho que mais que proibir o que se deve fazer é um trabalho de educação e conscientização geral nas escolas, nas de arte principalmente. Pode se reutilizar muita madeira que foi confiscada pelos órgãos fiscalizadores, pode ser utilizada muita madeira de árvores que foram atingidas por temporais, etc. E também se pode pedir aos realizadores que façam plantios solidários, nas praças ou parques, enfim, mil coisas podem ser feitas para realizar arte sem fazer dano na natureza.

Anapress – Você tem um tipo preferido de madeira para trabalhar?

Flavio Dario Pettinichi  – Não tenho uma preferida, mas gosto muito da Canela e o Cedro Rosa.

Anapress – Quanto tempo você demora para executar uma peça?

Flavio Dario Pettinichi – Depende da complexidade da obra, mas, na media de três a quatro dias em peças pequenas.

Anapress – Você consegue viver exclusivamente de seu trabalho?

Flavio Dario Pettinichi – Sim, atualmente eu só vivo do meu trabalho de entalhe e esculturas em madeira, não e fácil, mas tampouco é impossível!

Anapress – Você não reside em um grande centro do País, como você divulga e comercializa seu trabalho?

Flavio Dario Pettinichi – Pode parecer contraditório, mas eu vivo num lugar, turístico, Governador Celso Ramos, Santa Catarina entre o  campo e as montanhas, onde os meus clientes têm tempo de apreciar o meu trabalho, tomar um café, conversar no atelier, e divulgar de boca em boca o trabalho. Isto faz que quem vem comprar não adquire um “produto”e sim uma obra feita por alguém que eles conheceram realmente. Muitas vezes eu os sento junto comigo no computador e trabalhamos juntos na ideia geral do serviço a ser realizado, isto cria uma confiança e uma cumplicidade interessante, onde o artista passa a ser um amigo e não aquele ser que está sempre além do mal ou do bem (risos).

Anapress – O mercado brasileiro atualmente está propício para bons negócios em se tratando do trabalho que você faz?

Flavio Dario Pettinichi – Em se tratando de artes nunca o mundo foi propício, não só o Brasil, mas por outro lado se o seu trabalho for diferenciado, isto quer dizer, feito com respeito e responsabilidade, seguramente se pode conseguir um bom resultado.

Anapress – Você divulga sua arte também pela internet. Como fazer com que a arte alcance o grande público?

Flavio Dario Pettinichi – Eu divulgo pela internet há anos e isto não quer dizer que vendi mais ou menos obras, até porque uma obra de arte ou um artesanato (a não ser que seja chinês) é algo muito pessoal, as pessoas têm que sentir “in situ” o produto. Acredito que a arte nunca tem um grande público comprador, pode ter milhares de apreciadores, mas não de compradores, se você quer um grande público tem que ter um marchand e isto requer muito tempo e trajetória, sem contar que você vai ter que trabalhar para um alguém que compra a tua obra por quilo e não por um valor emocional, o que não quer dizer que esteja errado, só são coisas diferentes, tive um marchand durante três anos, ganhei bastante dinheiro nessa época, até que para ele deixou de ser negócio e montou uma fábrica de biquínis!

Anapress – Qual é sua maior satisfação em seu trabalho?

Flavio Dario Pettinichi – O sorriso de quem o leva para sua residência.

Atualmente Flavio organiza o Projeto “Madeira, consciência e arte sustentável”.

Veja suas obras em : www.anapress.org/

Fundação de Cultura seleciona artesãos para expor em Feira de Artesanato em BH

postado em: ANApress | 0

Foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (21), edital de seleção de interessados em participar da 28ª Feira Nacional de Artesanato em Belo Horizonte (MG).
Os artesãos e entidades representativas do artesanato, com suas respectivas produções, que forem selecionados, ocuparão um espaço coletivo de 35m² para divulgação e comercialização de produtos artesanais de Mato Grosso do Sul na referida feira, que acontecerá de 5 a 10 de dezembro de 2017.

Serão disponibilizadas sete vagas, sendo três para artesãos individuais ou MEI e quatro para entidades representativas do artesanato (pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos). Podem participar da seleção artesãos que seja maior de 16 anos; estejam cadastrados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), com Carteira Nacional dentro do prazo de validade e tenha disponibilidade e condições físicas para viajar e realizar a comercialização dos seus produtos durante o evento.

As entidades representativas (pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos) devem ser legalmente constituídas e estar cadastradas no Sicab. Os selecionados deverão arcar com as próprias despesas de passagens, traslados, hospedagem e alimentação durante todo o evento. A responsabilidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) é transportar as peças de artesanato para a feira.

As inscrições serão realizadas no período de 45 dias, até o dia 6 de novembro, presencialmente, no protocolo da FCMS, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30, ou pelos Correios, via Sedex, com aviso de recebimento (AR).

O processo de seleção será feito por uma Comissão Especial de Seleção a ser nomeada pelo secretário de Estado de Cultura e Cidadania e diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. A lista provisória com os nomes dos selecionados será divulgada no DOE dia 10 de novembro. Os participantes poderão apresentar recurso no prazo de cinco dias úteis contados da publicação na imprensa oficial.

No dia 23 de novembro será divulgada a lista definitiva. Caso o número de selecionados não atinja o número de vagas oferecidas, a seleção de outros artesãos ficará a critério do diretor-presidente da FCMS, em consenso com a Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais, atendendo aos mesmos requisitos do edital, até atingir o quantitativo de vagas disponibilizadas.

Mais informações e anexos com a ficha de inscrição e lista dos documentos necessários podem ser obtidos a partir da página 24. Para mais esclarecimentos, entrar em contato com a Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais da FCMS, pelos telefones (67) 3316-9107 ou 3316-9752. (Com informações da Assessoria).

Por: Fernanda Freitas
Capital News

 

Para ler mais notícias como essas acesse nossa Agência de Notícias:  www.anapress.org